O Clube

Conectar pessoas, idéias, marcas, produtos, times desportivos e empresariais, estimulando a melhoria contínua e a responsabilidade social à partir da atuação em unidades de valor, com ações focadas em planejamento, qualidade total e cidadania, completando assim as lacunas que permitem unir as diferentes visões de mundo, através da filosofia coopetitiva e do desporto como mecanismo de desenvolvimento cognitivo individual e de grupos.

Buscamos indivíduos que sentem prazer em levar-se aos próprios limites na superação dos desafios diários, sendo perseverantes na concretização de metas e sonhos. Buscamos indivíduos pragmáticos que ousam sonhar. Precisamos daqueles que são criativos em suas formas de fugir das zonas de conforto, sendo corajosos o suficiente para mudar e fazer diferente.

Procuramos aqueles que são curiosos com os beneficios alcançados pelo uso avançado de tecnologias na rotina, alcançando e oferecendo ao mundo desta forma sempre o melhor de si. Admiramos estes que trabalham pela construção de uma “espécie humana” melhor, que não temendo as surpresas e novidades do caminho, renovam suas almas diariamente como em uma nova aventura. Olhamos para os automotivados, que buscam sorrir e vencer com todas as forças e apesar dos riscos envolvidos, encontrando nestes o modelo de profissional e parceiro perfeito para vencer neste novo cenário que nos confronta – uma nova crise financeira e sanitária global.

A Smartwale Club é como você: Apaixonada por resultados positivos e determinada o suficiente para inovar e seguir com o Plano A, mesmo quando tudo parece dar errado e exige a desistência ou a compra de um caro Plano B. 

Praticamos e acreditamos nos “super poderes” que habitam escondidos em cada processo ligado ao desenvolvimento pessoal, na ressocialização dos indivíduos e no “compliance transformador” dos indivíduos com o espelho. Acreditamos no poder da sociedade que dá as mãos pelo bem comum e no poder transformador de um mercado universalizado e coopetivo, sem as arestas devoradoras do regime capitalista e do ego humano, tão evidenciadas pelos efeitos do Sars-CoV-2.

Queremos ter ao nosso lado os inquietos, os lúcidos, os corajosos o suficiente para dizer “não sei” em público e humildes o bastante para sentar e aprender junto com todos, acreditando que todos podem contribuir com algo, ainda que nunca tenham estudado, fazendo dessa fusão de mentes um ideal humano e universal de desenvolvimento, coopetição e excelência. 

O homem sábio do passado, numa época em que ainda não havia a ciência como conhecemos, diria talvez que a pandemia é o gemido do Espírito do planeta, agonizando com tantas queimadas e dióxido de carbono lançados na atmosfera. O homem sábio do presente, seja um cientista ou somente um cidadão responsável, deve ter a certeza que “sendo ou não o Espírito do Planeta (se é que planeta tem espírito ou que espíritos realmente existem) é tempo de educar as sociedades para a preservação da espécie humana e das condições habitáveis do Planeta Terra. Passa da hora de a humanidade alcançar a harmonia entre o desejom, a necessidade e a sustentabilidade.

Não há sentido em investir bilhões de dólares para lançar um único foguete até a Lua ou Marte se, internamente, os pensamentos humanos ainda estão aprisionados na necessidade de subjugar o outro. Algo que parte significativa das pessoas ainda fazem sem perceber, por inocência ou cegueira momentânea,  seja pelo uso do dinheiro e status pessoal, que os levam a sentir-se diferentes, seja pelo uso do intelecto mais desenvolvido daqueles que tiveram mais tempo, interesse e oportunidade para estudar e agregar algum valor para o sistema social vigente.

Se a humanidade está evoluindo, ainda que sob a força de uma catástrofe global, é fundamental que também evolua o pensamento empresarial e de cada pessoa sobre a Terra, mantendo a ênfase na (re)construção desse “novo mundo”, onde cuidar e importar-se com o outro é cuidar e importar-se consigo. É fundamental que cada um encontre e cumpra sua missão no agora, aparando desde já o que é sua “aresta”, sua parte “desafio pessoal”.

O século XXI nos mostra que está apenas começando, apresentando-nos uma nova pandemia, como em 1918. O que a humanidade aprendeu com a Gripe Espanhola no início do século passado? Quanto evoluímos desde então, para além das riquezas e das máquinas poderosas que hoje possuímos? O que as empresas podem aprender com esta época para antecipar eventos e construir bons resultados mesmo em cenário de riscos, incertezas e dificuldades?

 Neste contexto, buscamos ser mais que somente um clube de idéias e negócios. Aspiramos ser um coletivo de transformAção rumo a uma nova sociedade. 

Ao seu lado somos um jeito diferente de encaixar as várias peças do mundo, fazendo girar a engrenagem humana através de negócios inteligentes, filosofias, lazer saudável e produtivo. 

Humanização

Vivemos a era dos números, do conhecimento e da robotização, com expectativa de mudanças cada vez maiores em diversos setores do mercado, que estará cada vez mais dotado de células com inteligência artificial e humanos utilizando técnicas modernas para obter o melhor desempenho de seus corpos, especialmente do cérebro, o principal órgão do corpo humano. 

Ser “realmente” humano é o que nos diferenciará no século XXI, gerando valor no presente e futuro. Inclusive, “ser humano” já está promovendo a diferenciação entre as Nações do globo devido os efeitos da pandemia de Sars-CoV-2, deixando em situações menos favoráveis aquelas cujas ações não estão alicerçadas em integração, coletivismo, respeito, ética e empatia.

Assim, a capacidade humana de olhar a pessoa através dos olhos, percebendo-a, adaptando-se e comunicando-se efetivamente, serão requisitos básicos e vitais para o desenvolvimento sustentável da sociedade e manutenção da espécie humana, que sim, pode entrar em risco de  extinção, se continuamos a desrespeitar nossa casa – o Planeta Terra. 

Para adequar-se, as melhores empresas adotarão um “Índice de Humanização”, implementando-o em seus times como  um novo indicador de produtividade. Isso conduzirá profissionais e negócios à conexão plena com um novo tempo, novos padrões de qualidade e oportunidades ainda não reveladas devido as vendas que carregamos por ainda estarmos presos em níveis de excelência ultrapassados. Vendas que podem impedir o reconhecimento agora do quão grave é a situação.

Neurofitness e Coopetição

O conceito de coopetitividade saltará do campo da teoria, popularizando-se pelo enfoque no desenvolvimento cognitivo de cada indivíduo e em equipes, facilitando a implementação de uma nova cultura pós crise global.

Utilizar a prática regular e supervisionada de esportes intelectuais para além  da recreação, focando no desenvolvimento contínuo e planejado de conexões neurais e habilidades diferenciais, normalmente estimuladas somente na idade escolar, potencializará resultados em curto, médio e longo prazo, garantindo a melhoria coletiva na assertividade da  tomada de decisões. Mesmo quando em embientes de alta performance, que exigem não só uma boa gestão do tempo, mas também dos riscos e da saúde dos indivíduos como caminho para a qualidade total, promoverá o “flow” típico do esporte na autogestão coopetitiva, despertando prazer nos indivíduos em fazer além do certo, o que for melhor para o coletivo.

É o que acontece, por exemplo, com o lúdico do xadrez e o  consequente desenvolvimento do raciocínio criativo-lógico-estratégico dos praticantes, mesmo quando de forma recreativa e sem dedicar-se ao jogo com objetivo de tornar-se um grande mestre, o que exigiria várias horas de dedicação diária. O xadrez escolar amparado pela educação física nas escolas é um grande formador de jovens mais assertivos, corajosos e inteligentes.

Assim como o xadrez, são inúmeros os benefícios colhidos em  outros jogos populares mobile e eletrônicos, como Clash Royale, Poker online, CS:GO e outros que já fazem parte da rotina de “brincadeiras” de alguns, fazendo com que o mercado de games não recue mesmo na crise.

Para além dos lucros promovidos, o neurofitness e a coopetição permitirão que as pessoas sejam finalmente respeitadas e percebidas como talentos humanos, não mais como um número em uma planilha, CPF facilmente substituído por outro ou clientes de ações de RH que pouco possuem de humanas, estando mais preocupadas com o preenchimento de relatórios de auditorias que com excelência e manutenção dos talentos.

Essa evolução no pensamento e formação profissional reescreverá o paradigma da competitividade,  unindo conceitos clássicos já consagrados com outros pós-modernos, convidando todos a assumir novos patamares de excelência em indicadores que para muitos ainda são utópicos, improváveis ou muito inovadores. A vida comum exigirá adaptação de todos.

Workshifting

Visão de mundo regida pela coopetição globalizada, sem fronteiras, em nuvem, ancorada no conceito de trabalho remoto. 

Tendência atuante desde 2013, já experimentada em alto volume por grandes empresas, como HP e Samsung, sendo agora o modelo mais viável de negócio para enfrentar os desafios da crise sanitária e econômica. 

Mesmo com a expectativa de uma vacina segura somente em meados de 2021, muitas empresas permanecerão neste modelo, seja pelo menor custo do processo administrativo, seja pela visualização de oportunidades onde antes agia-se com cautela. Se havia resistência empresarial com o modelo de trabalho remoto em razão das dificuldades técnicas e mesmo da capacitação dos colaboradores para atuar neste formato, agora será uma necessidade, não só pelo isolamento social global, mas pela urgência em diminuir custos e tornar os negócios mais competitivos, num cenário em que muitas empresas deixarão de existir.

Para o workshifting, o Sars-CoV-2 é uma grande oportunidade de testar limites, corrigindo fragilidades no modelo e, especialmente, levar toda a humanidade a um estado mais dinâmico e sustentável de viver e trabalhar.

Manifesto Smartwale Club – Blackfish Team

Uma visão em 5 mandamentos

1. Promover a melhoria contínua nos processos a partir do desenvolvimento técnico, cognitivo e social de colaboradores e parceiros, fortalecendo toda a cadeia de stakeholders através do learning organization, coworking e do workshifting.

2. Promover o conceito de saúde integral em uma visão coopetitiva, aliando atributos da fisiologia, mente, relacionamentos, compliance e estrutura mínima viável em curto, médio e longo prazo.

3. Engajar as empresas e as escolas secundaristas, contribuindo para o desenvolvimento da Educação Brasileira e os níveis de qualidade técnicas e cognitivas dos jovens profissionais que chegam ao 1º emprego, através do elemento lúdico oferecido pelos esportes intelectuais.

4. Promover a reciclagem dos excluídos socialmente e dos considerados descartáveis profissionalmente através da prática do neurofitness e filosofias desportivas integradoras.

5. Participar da regeneração do Planeta Pós-Pandemia de Sars-CoV-2, contribuindo com o desenvolvimento coopetitivo de pessoas, empresas e  mercados.